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Notícias

03/08/26

Com energização de grandes projetos, ISA ENERGIA BRASIL amplia receita líquida em 21% no trimestre

Indicador alcança R$ 1.243,4 milhões no período, impulsionado pela energização de projetos de Reforços e Melhorias de grande porte e de quatro empreendimentos greenfield;

Receita líquida operacional ex-RBSE cresceu 52% para R$ 779,2 milhões;

EBITDA totaliza R$ 966,9 milhões no 2T26, crescimento de 22%, refletindo a combinação do avanço do resultado operacional com ganhos de eficiência;

Em julho, a Companhia concluiu a operação de descruzamento de ativos com a AXIA, passando a deter 100% do empreendimento IE Madeira e vendendo sua participação na IE Garanhuns;

Também em julho, a ISA ENERGIA BRASIL fortaleceu sua estrutura de capital e sua base acionária com bem-sucedido follow-on primário de R$ 1,2 bilhão.

São Paulo, 3 de agosto de 2026 – A ISA ENERGIA BRASIL (B3: ISAE4; ISAE3), líder em transmissão de energia no País, encerrou o segundo trimestre de 2026 com marcos expressivos em sua estratégia de crescimento e eficiência operacional.

A Companhia registrou um aumento de 21% em sua receita líquida, totalizando R$ 1.243,4 milhões no segundo trimestre, com destaque para a receita líquida ex-RBSE, que cresceu 52% para R$ 779,2 milhões (incremento de R$ 266,5 milhões vs. 2T25). No acumulado do semestre, a receita líquida operacional regulatória cresceu 14%, somando R$ 2.469,6 milhões (avanço de R$ 309,2 milhões vs. 1S25).

Este desempenho é explicado, principalmente, pela energização de projetos de Reforços e Melhorias (R&M) de grande porte nos últimos 12 meses, pela entrada em operação comercial de quatro projetos Greenfield – Água Vermelha (SP), Riacho Grande (SP), Piraquê (MG/ES) e Jacarandá (SP), e pelo reajuste anual da Receita Anual Permitida (RAP) para o Ciclo 2025/2026. A receita gerada por essas realizações superou a redução do componente financeiro da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE), decorrente de decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) em junho de 2025.

Desempenho operacional foi impulsionado pela entrada em operação comercial de projetos Greenfield, como o Piraquê localizado nos Estados de MG e ES (Foto: Divulgação/ ISA ENERGIA BRASIL)

O EBITDA – que é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização –, totalizou R$ 966,9 milhões, o que representa um incremento de R$ 177,3 milhões (+22% vs. 2T25). No semestre, este indicador somou R$ 1.988,1 milhões, avanço de R$ 275,3 milhões (+16% vs. 1S25). Apesar do avanço expressivo no resultado operacional, o lucro líquido regulatório foi afetado por maiores despesas financeiras, relacionadas ao endividamento da Companhia para seguir avançando em seu plano de crescimento, e registrou R$ 173,9 milhões no segundo trimestre, uma redução de R$ 81,8 milhões (-32% vs. 2T25), e totalizou R$ 531,6 milhões no semestre, redução de R$ 61,4 milhões (-10% vs. 1S25).

Investimentos

No segundo trimestre, os investimentos alcançaram o volume de R$ 1,1 bilhão, um recuo de R$ 48,7 milhões (-4% vs. 2T25). Desse montante, R$ 445,4 milhões foram dedicados a projetos de Reforços e Melhorias, incremento de R$ 66,1 milhões (+17% vs. 2T25), e R$ 608,1 milhões a projetos licitados – uma redução de R$ 114,7 milhões (-16% vs. 2T25), que reflete a menor necessidade de aportes após as recentes energizações dos projetos Água Vermelha (SP), Riacho Grande (SP), Jacarandá (SP) e Piraquê (MG/ES), concluídos nos últimos 12 meses, que juntos habilitaram o recebimento de RAP no valor de R$ 487,7 milhões (Ciclo 2026/2027).

Com a energização do projeto Jacarandá e do Bloco 3 do projeto Piraquê, a Companhia avança na execução de outros dois novos empreendimentos com entrada em operação prevista até 2028 – Serra Dourada (BA/MG) e Itatiaia (MG/RJ) – que somam RAP de R$ 596,9 milhões (Ciclo 2026/2027), e ainda possuem cerca de R$ 4,6 bilhões em CapEx remanescente. Além disso, a empresa conta com uma carteira de R$ 7,2 bilhões para projetos de R&M já autorizados pela ANEEL, a serem executados nos próximos anos.

No trimestre, a Companhia captou R$ 1 bilhão por meio da 22ª emissão de debêntures, com prazo de 15 anos, destinando integralmente os recursos ao financiamento do Projeto Itatiaia.

No âmbito regulatório, a ANEEL definiu a RAP para o ciclo tarifário 2026/2027 que, após a conclusão do descruzamento de ativos realizado em julho (IE Madeira e IE Garanhuns), passou a totalizar R$ 7,1 bilhões, considerando a RAP Consolidada, incluindo as concessões em construção, e a participação nas controladas em conjunto.

"A união entre a solidez da nossa Concessão Paulista e o avanço de novas concessões e projetos em construção levará a nossa RAP a R$ 7,1 bilhões no Ciclo 2026/2027. O crescimento de R$ 709 milhões frente ao ciclo anterior, sustentado por novos investimentos em Reforços e Melhorias, o descruzamento de ativos e o reajuste anual pela inflação, comprova a força da nossa estratégia. A combinação de oportunidades em nosso portfólio de concessões permite que a Companhia possa permanentemente explorar as possibilidades de crescimento em um ambiente regulatório muito estruturado, contribuindo para que a infraestrutura de transmissão de energia em nosso País seja confiável e resiliente", reforça Rui Chammas, Diretor-presidente da ISA ENERGIA BRASIL.

Eventos subsequentes

A ISA ENERGIA BRASIL fortaleceu sua estrutura de capital e seu portfólio de ativos com importantes operações financeiras e societárias em julho.

No mercado de capitais, a empresa concluiu sua oferta pública primária de ações (follow-on), com a emissão de 44,4 milhões de ações preferenciais ao preço de R$ 27,00 por ação, resultando em aumento de capital de R$ 1,2 bi.

Adicionalmente, concluiu o descruzamento de participações societárias anunciado em março, que envolveu os empreendimentos IE Madeira e IE Garanhuns. Dessa forma, desde 1º de agosto, a Companhia passou a consolidar integralmente IE Madeira e deixou de ter participação na IE Garanhuns.

" O segundo trimestre e os eventos de julho consolidam um ciclo em que fortalecemos a estrutura de capital e, ao mesmo tempo, ampliamos nossa base de ativos. A qualidade da demanda no follow-on — com cerca de 75% da alocação destinada a investidores long-only e participação relevante de estrangeiros — reforça a confiança do mercado na nossa capacidade de entrega e tese de longo prazo", complementa Silvia Wada, Diretora Financeira, de Relações com Investidores e de Novos Negócios da ISA ENERGIA BRASIL.

Sobre a ISA ENERGIA BRASIL

A ISA ENERGIA BRASIL (B3: ISAE3; ISAE4) é líder em transmissão de energia no País, por meio da gestão de 33 concessões distribuídas em 15 Estados. Com mais de 1.700 colaboradores, a Companhia é responsável por cerca de 30% da energia elétrica transmitida no País e aproximadamente 95% no Estado de São Paulo, além de ser pioneira no desenvolvimento de tecnologias, como as primeiras subestações digital e 4.0, o primeiro sistema de armazenamento de energia em baterias em larga escala e o primeiro sistema com tecnologia FACTS do tipo SSSC no sistema de transmissão brasileiro.

Seu sistema elétrico é composto por mais de 22 mil km de linhas de transmissão, incluindo ativos próprios e controlados em conjunto, e 135 subestações, próprias e em conjunto, com tensão de até 550 kV. Tem como acionista controladora a ISA Capital do Brasil S.A., controlada pela colombiana Interconexión Eléctrica S.A. E.S.P. (ISA), que detém 33,6% do capital total. “Energia, Vida e Transição” são três palavras que definem a essência de sua estratégia que busca impulsionar a transformação para um futuro sustentável, com o compromisso de priorizar a vida em todas as suas formas e garantir uma transição energética resiliente, segura, limpa e justa.

Informações para a imprensa
RPMA Comunicação
Kelly Queiroz
Sara Saar
isaenergiabrasil@rpmacomunicacao.com.br

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Institucional

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